NAO PAUTE SUA VIDA NEM SUA CARREIRA POR DINHEIRO. AME SEU OFÍCIO COM TODO O CORAÇÃO. PERSIGA FAZER O MELHOR.
SEJA FASCINADO PELO REALIZAR, QUE O DINHEIRO VIRÁ POR CONSEQUÊNCIA. QUEM PENSA SÓ EM DINHEIRO NÃO CONSEGUE SER NEM UM GRANDE BANDIDO, NEM UM GRANDE CANALHA.
NAPOLEÃO NÃO INVADIU A EUROPA POR DINHEIRO. HITLER NÃO MATOU 6 MILHÕES DE JUDEUS POR DINHEIRO. MICHELANGELO NÃO PASSOU 16 ANOS PINTANDO A CAPELA SISTINA POR DINHEIRO.
E, GERALMENTE, OS QUE SÓ PENSAM NELE NÃO O GANHAM.
PORQUE SÃO INCAPAZES DE SONHAR. E TUDO O QUE FICA PRONTO NA VIDA FOI CONSTRUÍDO ANTES, NA ALMA. LEMBRO-ME DE UMA PASSAGEM EXTRAORDIÁRIA, QUE DESCREVE O DIÁLOGO ENTRE UMA FREIRA AMERICANA CUIDANDO DE LEPROSOS NO PACÍFICO E UM MILIONÁRIO TEXANO. O MILIONÁRIO, VENDO-A TRATAR DAQUELES LEPROSOS, DISSE:
“FREIRA, EU NÃO FARIA ISSO POR DINHEIRO NEHUM NO MUNDO”. E ELA RESPONDEU: “EU TAMBÉM NÃO, MEU FILHO”. NÃO ESTOU FAZENDO APOLOGIA À POBREZA, MUITO PELO CONTRÁRIO. DIGO APENAS QUE PENSAR EM REALIZAR TEM TRAZIDO MAIS FURTUNA DO QUE PENSAR NA FORTURA. SEGUNDO CONSELHO:
PENSE NO SEU PAÍS. PORQUE, PRINCIPALMENTE HOJE, PENSAR EM TODOS É A MELHOR MANEIRA DE PENSAR EM SI. AFINAL, É DIFÍCIL VIVER NUMA NAÇÃO ONDE A MAIORIA MORRE DE FOME E A MINORIA MORRE DE MEDO. TERCEIRO CONSELHO:
VEM DIRETAMENTE DA BÍBLIA: SEJA QUENTE OU SEJA FRIO, NÃO SEJA MORNO QUE EU TE VOMITO. É PREFERÍVEL O ERRO À OMISSÃO.
O FRACASSO, AO TÉDIO. O ESCÂNDALO, AO VAZIO.
PORQUE JÁ VIR GRANDES LIVROS E FILMES SOBRE A TRISTEZA, A TRAGÉDIA, O FRACASSO, MAS NINGUÉM NARRA O ÓCIO, A ACOMODAÇÃO, O NÃO FAZER, O REMANSO.
COLABORE COM SEU BIOGRÁFO. FAÇA, ERRE, TENTE, FALHE, LUTE.
MAS, POR FAVOR, NÃO JOGUE FORA, SE ACOMODANDO, A EXTRAORDINÁRIA OPORTUNIDADE DE TER VIVIDO. TENDO CONSCIÊNCIA DE QUE CADA HOMEM FOI FEITO PARA FAZER HISTÓRIA.
QUE TODO HOMEM É UM MILAGRE E TRAZ EM SI UMA REVOLUÇÃO. QUE É MAIS DO QUE SEXO OU DINHEIRO. VOCÊ FOI CRIADO PARA CONSTRUIR PIRÂMIDES E VERSOS, DESCOBRIR CONTINENTES E MUNDOS, E CAMINHAR SEMPRE, COM UM SACO DE INTERROGAÇÕES NA MÃO E UMA CAIXA DE POSSIBILIDADES NA OUTRA. NÃO DÊ FÉRIAS PARA SEUS PÉS.
NÃO SE SENTE E PASSE A SER ANALISTA DA VIDA ALHEIA, ESPECTADOR DO MUNDO,
COMENTARISTA DO COTIDIANO, DESSAS PESSOAS QUE VIVEM A DIZER: EU NÃO DISSE! EU SABIA!. TODA FAMÍLIA TEM UM TIO BATAHADOR E BEM DE VIDA. E, DURANTE O ALMOÇO DE DOMINGO, TEM DE AGUENTAR AQUELE OUTRO TIO MUITO INTELIGENTE E FRACASSADO CONTAR TUDO O QUE FARIA, SE FIZESSE ALGUMA COISA. CHEGA DE POETAS NÃO PUBLICADOS.
EMPRESÁRIOS DE MESA DE BAR. PESSOAS QUE FAZEM COISAS FANTÁSTICAS TODA SEXTA DE NOITE, TODO SÁBADO E DOMINGO, MAS QUE NA SEGUNDA NÃO SABEM CONCRETIZAR O QUE FALAM.PORQUE NÃO SABEM ANSEAR, NÃO SABEM PERDER A POSE, PORQUE NÃO SABEM RECOMEÇAR. PORQUE NÃO SABEM TRABALHAR. EU DIGO: TRABALHEM, TRABALHEM, TRABALHEM. DAS 8 ÀS 12, DAS 12 ÀS 8 E MAIS SE FOR PRECISO. TRABALHO NÃO MATA. OCUPA O TEMPO, EVITA O ÓCIO, QUE É A MORADA DO DEMÓNIO, E CONSTRÓI PRODÍGIOS.
O BRASIL, ESTE PAÍS DE MALANDROS E ESPERTOS, DA VANTAGEM EM TUDO, TEM MUITO O QUE APRENDER COM AQUELES “TROUXAS”JAPONESES. PORQUE ELES TRABALHAM DE SOL A SOL, CONSTRUÍRAM, EM MENOS DE 50 ANOS, A SEGUNDA MAIOR MEGAPOTÊNCIA DO PLANETA. ENQUANTO NÓS, OS ESPERTOS, CONSTRUÍMOS UMA DAS MAIORES IMPOTÊNCIA DO TRABALHO. TRABALHE!
MUITOS DIRÃO QUE VOCÊ ESTÁ PERDENDO SUA VIDA, PORQUE VOCÊ VAI TRABALHAR ENQUANTO ELES VERANEIAM.
PORQUE VOCÊ VAI TRABALHAR ELES VÃO AO MESMO BAR DA SEMANA ANTERIOR, CONVERSAR AS MESMAS CONVERSAS, MAS O TEMPO, QUE É O MESMO SENHOR DA RAZÃO, VAI BENDIZER O FRUTO DO SEU ESFORÇO, E SÓ O TRABALHO O LEVA A CONHECER PESSOAS E MUNDOS QUE OS ACOMODADOS NÃO CONHECERÃO.
E ISSO SE CHAMA SUCE$$O.
Texto de Nizan Guanaes
Arquivos pra Links dos Blogs de Eliude Santana - Achivio per Link dei Blog di Eliude Santana. http://informaridendo.blogspot.com/ http://realitybookconfidencias.blogspot.com
sabato 2 febbraio 2008
venerdì 25 gennaio 2008
Grave problema com Ly - 2
From: Ly
Meninas,O negócio foi o seguinte:Um cara que participou comigo de um evento, investiu uma grana, fizemos busdoor, outdoor, cartaz, faixas, panfleto e etc, mas a venda dos ingressos não deslanchava, ai ele propôs, já que acreditava no projeto, emprestar outra soma de dinehiro e eu pagaria com a bilheteria, ele disse que o show gospel era assim mesmo, só vendia no dia e que iria bombar. Me deu o dinheiro e um cheque, caso eu precisasse. A sorte é que não gastei o cheque.Quando acabou o show, a bilheteria foi um fracasso, mas ele não quis saber disse que queria toda a grana em dinheiro vivo, inclusive o cheque, eu disse que não tinha gastado o cheque, mas ele disse que não queria o cheque, queria o dinheiro e ao vivo, chamou os comparsas e começou a quebrar tudo, colocou a arma em cima da mesa e dizia que era policial, propus pagar parcelado depois, mas ele não queria, só queria em dinheiro.Chamou o advogado dele que redigiu um contrato onde em passava o carro do Bento pela dívida e não queria me dar cópia, aí eu engrossei e disse que ia pra delegacia, o advogado dele disse que me daria uma cópia se eu desse meu endereço, eu disse que não daria e eles se mandaram com o carro.Bem no dia seguinte Bento tentou negociar e eles engrossaram tb, aí fomos a delegacia, demos queixa, etc, o delegado disse que só pelo relato ele via 7 crimes. Contratamos um advogado mamão e fomos em frente.Conclusão, o delegado era tio deles, e Bento pagou R$ 10.000 reais pra os vagabundos, devolveu o cheque e pra pegar o carro, que eles já tinham entregue ao policial, o sacana da polícia disse que teria que ter um trâmite mais complicado, mas ele poderia facilitar por apenas R$ 5.000 , acreditam???Conclusão, teve que dar 2 mil a polícia pra pegar o nosso carro, pagar advogado e ainda tive que retirar a queixa que dizia que o rapaz apenas se exaltou e que eu não me sentia ameaçada. PODE????????Assinei pq o advogado e Bento me obrigaram, mas chorei tanto , fiquei tão indignada, tão arrasada, engoli isso foi muito pra mim e como o escritório do sacana fica na mesma rua, tenho que fechar a empresa, aliás jé é de bom tamanho, preciso é de um emprego.Bom, agora tô dura e sem perspectiva.19/01/06
Meninas,O negócio foi o seguinte:Um cara que participou comigo de um evento, investiu uma grana, fizemos busdoor, outdoor, cartaz, faixas, panfleto e etc, mas a venda dos ingressos não deslanchava, ai ele propôs, já que acreditava no projeto, emprestar outra soma de dinehiro e eu pagaria com a bilheteria, ele disse que o show gospel era assim mesmo, só vendia no dia e que iria bombar. Me deu o dinheiro e um cheque, caso eu precisasse. A sorte é que não gastei o cheque.Quando acabou o show, a bilheteria foi um fracasso, mas ele não quis saber disse que queria toda a grana em dinheiro vivo, inclusive o cheque, eu disse que não tinha gastado o cheque, mas ele disse que não queria o cheque, queria o dinheiro e ao vivo, chamou os comparsas e começou a quebrar tudo, colocou a arma em cima da mesa e dizia que era policial, propus pagar parcelado depois, mas ele não queria, só queria em dinheiro.Chamou o advogado dele que redigiu um contrato onde em passava o carro do Bento pela dívida e não queria me dar cópia, aí eu engrossei e disse que ia pra delegacia, o advogado dele disse que me daria uma cópia se eu desse meu endereço, eu disse que não daria e eles se mandaram com o carro.Bem no dia seguinte Bento tentou negociar e eles engrossaram tb, aí fomos a delegacia, demos queixa, etc, o delegado disse que só pelo relato ele via 7 crimes. Contratamos um advogado mamão e fomos em frente.Conclusão, o delegado era tio deles, e Bento pagou R$ 10.000 reais pra os vagabundos, devolveu o cheque e pra pegar o carro, que eles já tinham entregue ao policial, o sacana da polícia disse que teria que ter um trâmite mais complicado, mas ele poderia facilitar por apenas R$ 5.000 , acreditam???Conclusão, teve que dar 2 mil a polícia pra pegar o nosso carro, pagar advogado e ainda tive que retirar a queixa que dizia que o rapaz apenas se exaltou e que eu não me sentia ameaçada. PODE????????Assinei pq o advogado e Bento me obrigaram, mas chorei tanto , fiquei tão indignada, tão arrasada, engoli isso foi muito pra mim e como o escritório do sacana fica na mesma rua, tenho que fechar a empresa, aliás jé é de bom tamanho, preciso é de um emprego.Bom, agora tô dura e sem perspectiva.19/01/06
lunedì 7 gennaio 2008
O Bebê que Capturou Bin Laden
11 de setembro de 2011. Exatamente dez anos depois do atentado terroristico às Twin Towers.
O advogado Allan Smith telefonou à companhia aerea “American Airlines” pra confirmar a sua reserva no vôo das 10:45 h.
“Cancelados todos os vôos Boston-Los Angeles para hoje.”. Foi a resposta que obteve.
Allan se desespera. Precisa chegar em casa em tempo pra acompanhar sua esposa Catherine ao hospital.
Pede pra trasnferir a sua reserva à “United”, vôo Boston-Los Angeles das 11:50, unico horario disponivel.
Passaram-se dez anos daquele maldito atentado às Torres Gêmeas, mas existia ainda hoje no coraçao de cada americano – e nao somente – a sindrome de Bin Laden.
Por esconjuro ou precauçao, Allan sò saia com o kit anti-efeito “the day after”, que continha: “nuke-pills, as pilulas que limitam os riscos à tireoide em caso de exposição às radiações; identificadores de difusão radioativa e mascara anti-gàs. Ele tinha certeza que o proximo passo de Bin Laden seria un ataque quimico ou biologico. E hoje, aniversario daquela terrivel tragedia, poderia ser uma data favoravel a un ataque terroristico.
Tinha coisas importantes pra fazer naquele dia e nao entrava nos seus planos voar, justo em um dia como aqueles. Mas, de manhã cedo, recebeu um telefonema de sua sogra informando-lhe que Catherine tinha começado a sentir dores de parto. Os medicos estavam tentando controlar as contraçoes pra ver se adiava por alguns dias mas nao tinham certeza. Allan fazia questao de estar presente no momento do nascimento do seu primogênito. Jà tinha comprado até a videocamera digital pra filmar tudo e dar de presente ao filho no seu 15° aniversario.
Droga, nascer justamente no dia 11 de setembro è a maior desgraça que poderia acontecer a alguem, no entanto, o seu bebê, decidiu de antecipar 3 semanas pra nascer… puta que pariu!… ehm.. não… quero dizer… que maldiçao!
Chegando ao aeroporto começou imediatamente a caça aos provaveis talibães (aqui se diz talibani e aì?)
Procurava em toda parte sinais de objetos suspeitos, alongava os olhos nas bolsas e sacolas das pessoas à procura de alguma bomba camuflada em embrulhos, vasculhava cada canto, cinzeiros, em baixo das cadeiras e nos banheiros.
Deveria acontecer justamente a mim, ter um filho nato em 11 de setembro! Que pessimo agouro!
A bordo do avião se via mais agentes federais e homens da Cia que passageiros. Allan se sentiu mais seguro. Porem tinha convicção de que, se tivesse alì un dos malucos de Bin Laden, ninguém poderia fazer nada pra impedir que cometesse uma ação terroristica.
Sentou-se junto a um rapaz de pele escura, ou seriam as lentes dos seus òculos! Na duvida, mudou de lugar mas ficou de olho naquele tipo, nao se sabe nunca.
O avião decolou sem problemas. Os agentes federais fizeram um minuncioso controle em baixo das poltronas, nos porta.bagagens, nos banheiros. O advogado Allan nao conseguia se conter. Começou a segui-los. Poderia ser util pra individuar alguma negligência.
Os agentes começam a suspeitar justamente dele. Allan continua a sua inspeção independente sem se dar conta de que està sendo observado. Achava que estava fazendo o seu dever de cidadão, ajudando as autoridades competentes em uma missão assim tão delicada. Sò pouco depois è que percebeu que alguma coisa estava saindo errada e sentia una sensação de tiro saindo pela culatra. Me faltava so isso!
Procurou não criar panico interior pra não confirmar uma suspeita infundada.
Desce do avião e faz algumas voltas dentro do aeroporto pra despistar-lhes. Hà uma forte sensação que alguem està lhe seguindo, e com certeza, nao são os agentes da Cia. Pode ser que sejam os partidaristas de Bin Laden como temia.
Saiu do aeroporto, fazia frio e era jà escuro. Fez sinal a um taxista do outro lado da rua. Enquanto atraversava, um carro com alta velocidade lhe tirou um fino que lhe fez rodar como um pião. Não teve tempo pra tomar folego e um outro estava vindo em sua direção com os faròis apagados. O instinto de preservação lhe deu um impulso e ele começou a correr na esperança de se sair daquela, sem entender muito bem a gravidade da encrenca em que se meteu. Se parasse pra raciocinar no que fazer pra se salvar, corria o risco de ser atropelado. Correu estrada abaixo sem pensar muito. Ouviu o ruido do motor sempre mais perto e teve uma compacta sensação de que toda a população tinha sido volatizada e parecia de estar sozinho naquele planeta, com um carro assassino atràs dele.
Poucos segundos depois, um forte baque fez com que ele voasse no ar por uma dezena de metros. Levantou meio zonzo sem entender que diabos queriam dele. Mas não teve muito tempo pra pensar porque o monstro de aço jà estava bem perto. Lhe faltava ar porém sabia que deveria reagir com muita pressa antes de ser amassado pelas aquelas malignas jà em frente ao seu nariz, e alì, ver esvanecer a esperança de ver chegar ao mundo o seu querido bebê
Com um salto milagroso se afastou alguns centimetros, justamente em tempo de evitar o golpe mortal. Enquanto se girava, pode ver em baixo da placa, uma escrita com os nomes: NEDAL NIBA MASO. Aqueles três nomes ficaram impressos na sua memoria. O que poderia significar aquelas palavras!
Quase não conseguia sentir as pernas, mas o desejo de ter em seus braços a coisa mais preciosa, lhe dava forças pra se arrastar até o taxi parado na calçada. Encontrou o taxista meio adormentado. Pediu pra lhe levar imediatamente a um hospital mas não obteve nenhuma resposta. Percebeu que a cabeça do taxista estava enfaixada e a barba muito longa, parecia bêbado ou entao era um vagabundo à procura de abrigo.
Precisava raciocinar velozmente antes que os malucos de Bin Laden lhe alcançassem. As forças lhe faltavam e estava pra desmaiar. O instinto e a adrenalina venceram. Não seria fàcil se liberar daquele vagabundo. Reuniu toda a força que lhe sobrava, juntou as mãos e com o cotovelo lhe deu um forte golpe na nuca. O homem estremeceu e caiu na poltrona à direita.
Allan se arrastou com esforço e se sentou ao volante. Não sabia que direçao tomar. Perdia muito sangue e precisava urgentemente de socorro medico. O hospital mais perto distava mais de 10 km, achava que nao iria conseguir.
A um certo ponto ouviu a sirene da viatura policial atràs dele. Achou que a coisa mais sabia a fazer naquele tragico momento seria pedir a ajuda dos policiais mesmo arriscando de ser preso equivocamente, pelos agentes federais, que estavam lhe caçando, mas era de qualquer forma muito melhor do que ser capturado pelos homens de Bin Laden.
Parou no acostamento. Aqueles nomes continuavam a martelar na sua cabeça: NEDAL NIBA MASO… NEDAL NIBA MASsss… La sua vista escureceu e nao viu mais nada.
Acordou em um leito de hospital com uma perna engessada, 3 costelas quebradas e 10 pontos no braço, mas a maior surpresa quando abriu os olhos, foi ver aqueles agentes federais que inspecionaram o aviao, bem na sua frente. “Me pegaram!” pensou amargurado. Perdeu todas as esperanças de ver o momento do nascimento de seu pequenino ser.
Estava jà pra dizer-lhes que estava havendo um grande equivoco, que ele era uma pessoa de bem, um advogado respeitavel, que nao era um militante da “jihad”, pelo contrario, os seguidores de Bin Laden estavam querendo a sua cabeça, sabe Deus por qual razão. Era um inocente perseguido por duas forças contrarias (coisa de louco!), e saber que a sua unica infraçao foi a de renunciar a responsabilidade do trabalho pra estar junto à sua mulher naquele momento magico em que o seu rebento veria, pela primeira vez, a luz do mundo… pequena imensa presunção de todo pai!
NEDAL NIBA MASO!
Antes que abrisse a boca, aqueles agentes se aproximaram sorrindo e lhe entregou um cheque de 25 milhoes de dolares, a soma oferecida pela captura de Bin Laden, o inimigo numero 1 do planeta.
“Mas, que diabo està acontecendo!” Exclamou, sem entender p…a nenhuma.
Pouco depois soube que aquele vagabundo barbudo com a cabeça enfaixada era, nada mais nada menos que o famigerado Bin Laden em carne e osso e ele, advogado Allan Smith, involontariamente, o entregou nas mãos da Cia.
Entrou na sala de parto em uma cadeira de rodas, com a videocamera digital em uma mão e na outra um cartaz escrito: “NEDAL NIBA MASO”. Aquele seria o nome que daria ao seu bebê porque não conseguia tirar da cabeça, desde o momento em que o leu. Foi, sem duvida, o anjo da guarda do seu pequerrucho quem inculcou na sua mente, não poderia ter outra razão.
O enorme espelho da sala de parto lhe dava uma ampla visão pra filmar comodamente o nascimento do seu primogenito. Esperando o seu ingresso ao mundo, estava o cartaz com o seu futuro nome: “NEDAL NIBA MASO”. Começava a achar interessante aquele nomezinho simpatico, que, além do mais, seria o nome do filho de um heroi, o homem que um dia, por ironia do destino, entrou na historia nao so dos Estados Unidos mas de todo o mundo.
Duas semanas depois, olhando o filme, Allan quase teve um infarto. O simpatico nome doado pelo anjo da guarda do seu bebê tinha desaparecido e no seu lugar surgia uma blasfêmia. Quem foi o autor daquela horrivel brincadeira? Alguém deve ter colocado aquele nome alì pra gozar com a minha cara e isso è uma brincadeira de pessimo gosto.
No lugar de NEDAL NIBA MASO lê-se: OSAMA BIN LADEN??? Oh, Cristo Redentor!!! Entao era isso! Por baixo do carro daqueles doidos ele pode ler o nome de Osama Bin Laden ao contrario.
Hoje, o advogado Allan Smith abriu uma açao judicial pra mudar o nome do seu filho nem que pra isso lhe custe 25 milhões de dolares.
O advogado Allan Smith telefonou à companhia aerea “American Airlines” pra confirmar a sua reserva no vôo das 10:45 h.
“Cancelados todos os vôos Boston-Los Angeles para hoje.”. Foi a resposta que obteve.
Allan se desespera. Precisa chegar em casa em tempo pra acompanhar sua esposa Catherine ao hospital.
Pede pra trasnferir a sua reserva à “United”, vôo Boston-Los Angeles das 11:50, unico horario disponivel.
Passaram-se dez anos daquele maldito atentado às Torres Gêmeas, mas existia ainda hoje no coraçao de cada americano – e nao somente – a sindrome de Bin Laden.
Por esconjuro ou precauçao, Allan sò saia com o kit anti-efeito “the day after”, que continha: “nuke-pills, as pilulas que limitam os riscos à tireoide em caso de exposição às radiações; identificadores de difusão radioativa e mascara anti-gàs. Ele tinha certeza que o proximo passo de Bin Laden seria un ataque quimico ou biologico. E hoje, aniversario daquela terrivel tragedia, poderia ser uma data favoravel a un ataque terroristico.
Tinha coisas importantes pra fazer naquele dia e nao entrava nos seus planos voar, justo em um dia como aqueles. Mas, de manhã cedo, recebeu um telefonema de sua sogra informando-lhe que Catherine tinha começado a sentir dores de parto. Os medicos estavam tentando controlar as contraçoes pra ver se adiava por alguns dias mas nao tinham certeza. Allan fazia questao de estar presente no momento do nascimento do seu primogênito. Jà tinha comprado até a videocamera digital pra filmar tudo e dar de presente ao filho no seu 15° aniversario.
Droga, nascer justamente no dia 11 de setembro è a maior desgraça que poderia acontecer a alguem, no entanto, o seu bebê, decidiu de antecipar 3 semanas pra nascer… puta que pariu!… ehm.. não… quero dizer… que maldiçao!
Chegando ao aeroporto começou imediatamente a caça aos provaveis talibães (aqui se diz talibani e aì?)
Procurava em toda parte sinais de objetos suspeitos, alongava os olhos nas bolsas e sacolas das pessoas à procura de alguma bomba camuflada em embrulhos, vasculhava cada canto, cinzeiros, em baixo das cadeiras e nos banheiros.
Deveria acontecer justamente a mim, ter um filho nato em 11 de setembro! Que pessimo agouro!
A bordo do avião se via mais agentes federais e homens da Cia que passageiros. Allan se sentiu mais seguro. Porem tinha convicção de que, se tivesse alì un dos malucos de Bin Laden, ninguém poderia fazer nada pra impedir que cometesse uma ação terroristica.
Sentou-se junto a um rapaz de pele escura, ou seriam as lentes dos seus òculos! Na duvida, mudou de lugar mas ficou de olho naquele tipo, nao se sabe nunca.
O avião decolou sem problemas. Os agentes federais fizeram um minuncioso controle em baixo das poltronas, nos porta.bagagens, nos banheiros. O advogado Allan nao conseguia se conter. Começou a segui-los. Poderia ser util pra individuar alguma negligência.
Os agentes começam a suspeitar justamente dele. Allan continua a sua inspeção independente sem se dar conta de que està sendo observado. Achava que estava fazendo o seu dever de cidadão, ajudando as autoridades competentes em uma missão assim tão delicada. Sò pouco depois è que percebeu que alguma coisa estava saindo errada e sentia una sensação de tiro saindo pela culatra. Me faltava so isso!
Procurou não criar panico interior pra não confirmar uma suspeita infundada.
Desce do avião e faz algumas voltas dentro do aeroporto pra despistar-lhes. Hà uma forte sensação que alguem està lhe seguindo, e com certeza, nao são os agentes da Cia. Pode ser que sejam os partidaristas de Bin Laden como temia.
Saiu do aeroporto, fazia frio e era jà escuro. Fez sinal a um taxista do outro lado da rua. Enquanto atraversava, um carro com alta velocidade lhe tirou um fino que lhe fez rodar como um pião. Não teve tempo pra tomar folego e um outro estava vindo em sua direção com os faròis apagados. O instinto de preservação lhe deu um impulso e ele começou a correr na esperança de se sair daquela, sem entender muito bem a gravidade da encrenca em que se meteu. Se parasse pra raciocinar no que fazer pra se salvar, corria o risco de ser atropelado. Correu estrada abaixo sem pensar muito. Ouviu o ruido do motor sempre mais perto e teve uma compacta sensação de que toda a população tinha sido volatizada e parecia de estar sozinho naquele planeta, com um carro assassino atràs dele.
Poucos segundos depois, um forte baque fez com que ele voasse no ar por uma dezena de metros. Levantou meio zonzo sem entender que diabos queriam dele. Mas não teve muito tempo pra pensar porque o monstro de aço jà estava bem perto. Lhe faltava ar porém sabia que deveria reagir com muita pressa antes de ser amassado pelas aquelas malignas jà em frente ao seu nariz, e alì, ver esvanecer a esperança de ver chegar ao mundo o seu querido bebê
Com um salto milagroso se afastou alguns centimetros, justamente em tempo de evitar o golpe mortal. Enquanto se girava, pode ver em baixo da placa, uma escrita com os nomes: NEDAL NIBA MASO. Aqueles três nomes ficaram impressos na sua memoria. O que poderia significar aquelas palavras!
Quase não conseguia sentir as pernas, mas o desejo de ter em seus braços a coisa mais preciosa, lhe dava forças pra se arrastar até o taxi parado na calçada. Encontrou o taxista meio adormentado. Pediu pra lhe levar imediatamente a um hospital mas não obteve nenhuma resposta. Percebeu que a cabeça do taxista estava enfaixada e a barba muito longa, parecia bêbado ou entao era um vagabundo à procura de abrigo.
Precisava raciocinar velozmente antes que os malucos de Bin Laden lhe alcançassem. As forças lhe faltavam e estava pra desmaiar. O instinto e a adrenalina venceram. Não seria fàcil se liberar daquele vagabundo. Reuniu toda a força que lhe sobrava, juntou as mãos e com o cotovelo lhe deu um forte golpe na nuca. O homem estremeceu e caiu na poltrona à direita.
Allan se arrastou com esforço e se sentou ao volante. Não sabia que direçao tomar. Perdia muito sangue e precisava urgentemente de socorro medico. O hospital mais perto distava mais de 10 km, achava que nao iria conseguir.
A um certo ponto ouviu a sirene da viatura policial atràs dele. Achou que a coisa mais sabia a fazer naquele tragico momento seria pedir a ajuda dos policiais mesmo arriscando de ser preso equivocamente, pelos agentes federais, que estavam lhe caçando, mas era de qualquer forma muito melhor do que ser capturado pelos homens de Bin Laden.
Parou no acostamento. Aqueles nomes continuavam a martelar na sua cabeça: NEDAL NIBA MASO… NEDAL NIBA MASsss… La sua vista escureceu e nao viu mais nada.
Acordou em um leito de hospital com uma perna engessada, 3 costelas quebradas e 10 pontos no braço, mas a maior surpresa quando abriu os olhos, foi ver aqueles agentes federais que inspecionaram o aviao, bem na sua frente. “Me pegaram!” pensou amargurado. Perdeu todas as esperanças de ver o momento do nascimento de seu pequenino ser.
Estava jà pra dizer-lhes que estava havendo um grande equivoco, que ele era uma pessoa de bem, um advogado respeitavel, que nao era um militante da “jihad”, pelo contrario, os seguidores de Bin Laden estavam querendo a sua cabeça, sabe Deus por qual razão. Era um inocente perseguido por duas forças contrarias (coisa de louco!), e saber que a sua unica infraçao foi a de renunciar a responsabilidade do trabalho pra estar junto à sua mulher naquele momento magico em que o seu rebento veria, pela primeira vez, a luz do mundo… pequena imensa presunção de todo pai!
NEDAL NIBA MASO!
Antes que abrisse a boca, aqueles agentes se aproximaram sorrindo e lhe entregou um cheque de 25 milhoes de dolares, a soma oferecida pela captura de Bin Laden, o inimigo numero 1 do planeta.
“Mas, que diabo està acontecendo!” Exclamou, sem entender p…a nenhuma.
Pouco depois soube que aquele vagabundo barbudo com a cabeça enfaixada era, nada mais nada menos que o famigerado Bin Laden em carne e osso e ele, advogado Allan Smith, involontariamente, o entregou nas mãos da Cia.
Entrou na sala de parto em uma cadeira de rodas, com a videocamera digital em uma mão e na outra um cartaz escrito: “NEDAL NIBA MASO”. Aquele seria o nome que daria ao seu bebê porque não conseguia tirar da cabeça, desde o momento em que o leu. Foi, sem duvida, o anjo da guarda do seu pequerrucho quem inculcou na sua mente, não poderia ter outra razão.
O enorme espelho da sala de parto lhe dava uma ampla visão pra filmar comodamente o nascimento do seu primogenito. Esperando o seu ingresso ao mundo, estava o cartaz com o seu futuro nome: “NEDAL NIBA MASO”. Começava a achar interessante aquele nomezinho simpatico, que, além do mais, seria o nome do filho de um heroi, o homem que um dia, por ironia do destino, entrou na historia nao so dos Estados Unidos mas de todo o mundo.
Duas semanas depois, olhando o filme, Allan quase teve um infarto. O simpatico nome doado pelo anjo da guarda do seu bebê tinha desaparecido e no seu lugar surgia uma blasfêmia. Quem foi o autor daquela horrivel brincadeira? Alguém deve ter colocado aquele nome alì pra gozar com a minha cara e isso è uma brincadeira de pessimo gosto.
No lugar de NEDAL NIBA MASO lê-se: OSAMA BIN LADEN??? Oh, Cristo Redentor!!! Entao era isso! Por baixo do carro daqueles doidos ele pode ler o nome de Osama Bin Laden ao contrario.
Hoje, o advogado Allan Smith abriu uma açao judicial pra mudar o nome do seu filho nem que pra isso lhe custe 25 milhões de dolares.
Fim de Verão
Ontem sorria feliz, o sol, apesar de tímido, era ainda muito acolhedor. O vento morno acariciava levemente minha pele ainda bronzeada como se fosse um dia qualquer de verão. Mas... é outono. No entanto sinto esse dia com a mesma emoção dos últimos dias primaverís. E eu sorrio... aquele sorriso marôto de cumplicidade que só eu, o sol, o calor e o vento morno sabemos compreender.
O ar tépido que caracteriza o verão, é carregado de serotonina - o hormônio da felicidade - e eu o absorvo completamente, por osmose. E' necessário. E' essencial pra poder ser descarregado devagarzinho, um pouco de cada vez, distribuido em doses homeopaticas, diluído o bastante pra resistir os seis meses de hibernação emotiva que me espera.
Ontem era como se fosse primavera, inicio de verão. E eu sorria, carregada de serotonina, o bastante pra manter esse sorriso até o meu despertar nessa manhã.
Abro a janela, ainda sorrindo. Uma brisa fresca envolve meu corpo, penetra nas minhas entranhas... respiro profundo, olho o horizonte, uma rajada mais forte faz esvoaçar as cortinas e faz avivar minhas suspeitas, que um minuto antes não quis admitir.
O vento sopra com maior intensidade... menos que ontem! A aragem agradável dessa manhã, era só um oásis na minha memória,, um capricho do meu subconsciente que insiste em querer transformar o vento gélido em uma brisa do deserto... mas hoje é outono, só agora percebo. A brisa fresca... aliás, muito fresca... ou quase gelada... congela meu sorriso...
Sinto vontade de cantar a canção de ontem...
Sinto vontade de sorrir hoje, a tepidez do sorriso de ontem...
Mas hoje é outono, o sorriso é frio, a canção inaudível...
Tenho que prosseguir... sem sorriso e sem canção. Começo a parcimoniar a serotonina... medir a ração diária pra não acabar.
Recomeço o count down... até a próxima primavera!
E espero - com pressa - o verão retornar!
E' isso q senti nesse final de verão e quis documentar o meu sentimento. Preciso aprender a aceitar essa drástica realidade, e me habituar a conviver com a alta definição das estações, o que ainda é muito duro pra uma nordestina doc como eu.
Paciencia.
O ar tépido que caracteriza o verão, é carregado de serotonina - o hormônio da felicidade - e eu o absorvo completamente, por osmose. E' necessário. E' essencial pra poder ser descarregado devagarzinho, um pouco de cada vez, distribuido em doses homeopaticas, diluído o bastante pra resistir os seis meses de hibernação emotiva que me espera.
Ontem era como se fosse primavera, inicio de verão. E eu sorria, carregada de serotonina, o bastante pra manter esse sorriso até o meu despertar nessa manhã.
Abro a janela, ainda sorrindo. Uma brisa fresca envolve meu corpo, penetra nas minhas entranhas... respiro profundo, olho o horizonte, uma rajada mais forte faz esvoaçar as cortinas e faz avivar minhas suspeitas, que um minuto antes não quis admitir.
O vento sopra com maior intensidade... menos que ontem! A aragem agradável dessa manhã, era só um oásis na minha memória,, um capricho do meu subconsciente que insiste em querer transformar o vento gélido em uma brisa do deserto... mas hoje é outono, só agora percebo. A brisa fresca... aliás, muito fresca... ou quase gelada... congela meu sorriso...
Sinto vontade de cantar a canção de ontem...
Sinto vontade de sorrir hoje, a tepidez do sorriso de ontem...
Mas hoje é outono, o sorriso é frio, a canção inaudível...
Tenho que prosseguir... sem sorriso e sem canção. Começo a parcimoniar a serotonina... medir a ração diária pra não acabar.
Recomeço o count down... até a próxima primavera!
E espero - com pressa - o verão retornar!
E' isso q senti nesse final de verão e quis documentar o meu sentimento. Preciso aprender a aceitar essa drástica realidade, e me habituar a conviver com a alta definição das estações, o que ainda é muito duro pra uma nordestina doc como eu.
Paciencia.
Donne Rifatte! Esigiamo una Nuova Età!
Ci piacerebbe essere come gli uomini, quel essere super avvalorato, in cui le rughe congloba più charm, aver più di 50 raffigura potere e stabilità (ci sono pure qualcuno che alza l’età per sentirsi tale), essere scapolo vuol dire emancipato e raccontare agli amici le peripezia sessuali significa essere un essere superdotato.
Sono tante le donne che ancora oggi, continuano a correre dietro a un uomo-ancora, un maitrê-à-penser per avere un’identità (im)propria, Perché è lui che aggiudica, tante volte, un’identità a gran parte di noi.
Ma noi femminucce, non sappiamo essere così… colpa di quello odioso carattere femminile secondario, fonte della biasimevole e inutile dignità.
Ancora nubile? E’ una zitella. Le rughe? Managgia! Segno evidente di decadenza. Oltre i 50? E’ già in terza età. Ah, no! Scusatemi. E’ ancora troppo giovane ma solo se cadavere. “Poveretta... aveva solo 53 anni...” E’ già! Qualcuna, con qualche grado di scemenza in più, pensa addirittura di buttarsi dal decimo piano, soltanto per essere ‘precoce’ in qualcosa, ti rendi conto?
Và bè, abbassare l’età è la nostra caratteristica fondamentale, ma che c’è di male?
A ripensarci, i 40 e X non significano esattamente tutti quei ’40 e X’ che immaginiamo. Se scaliamo gli anni di sonno, riusciremmo a portare quella sommità a un ragionevole (e giusto) … eh… diciamo ’29 e X’ circa, non è carino? E guai all’imbecille che cerca di quantificare quel maledetto ‘X!’.
Cosa se potrebbe fare per combattere questa ingiustizia sociale? Istituzionalizzare il rituale del lamento, piangendo tra loro nei tradizionali tè inglesi, a porta chiusa, o ricorrere alla tradizionale “terapia preventiva di gruppo contro la sindrome psicopatica dell’Anta”, non serve a nulla.
Cominciamo a ragionare (uomini e politici in generale compresi): prende una donna di 60 anni che ha perso 15 dopo l’ultimo liffting... perché la data di nascita deve continuare invariata nei documenti?
Perché non diminuire tanti anni quanti quelli cancellati dai bisturi? Le istituzioni, pensino bene, prima di chiamarle di vecchie e ancora peggio, in età pensionabile. Un appello ai politici a pensare meglio sull’argomento, poiché è un’ottima iniziativa per fare un accordo tra la logica di un altissimo introit fiscale e la risoluzione di un’ingiustizia che noi donne (lifftintingate o no), non possiamo più sopportare. Come mai nessun politico ha ancora ragionato su questa cosa? Una donna sopra i 60, che dimostra 45, 50 dopo la plastica, perché le istituzioni se si ostinano in chiamarla donne di terza età e per di più, dovendo pagarle una pensione? Non è assurdo?
Sono tante le donne che ancora oggi, continuano a correre dietro a un uomo-ancora, un maitrê-à-penser per avere un’identità (im)propria, Perché è lui che aggiudica, tante volte, un’identità a gran parte di noi.
Ma noi femminucce, non sappiamo essere così… colpa di quello odioso carattere femminile secondario, fonte della biasimevole e inutile dignità.
Ancora nubile? E’ una zitella. Le rughe? Managgia! Segno evidente di decadenza. Oltre i 50? E’ già in terza età. Ah, no! Scusatemi. E’ ancora troppo giovane ma solo se cadavere. “Poveretta... aveva solo 53 anni...” E’ già! Qualcuna, con qualche grado di scemenza in più, pensa addirittura di buttarsi dal decimo piano, soltanto per essere ‘precoce’ in qualcosa, ti rendi conto?
Và bè, abbassare l’età è la nostra caratteristica fondamentale, ma che c’è di male?
A ripensarci, i 40 e X non significano esattamente tutti quei ’40 e X’ che immaginiamo. Se scaliamo gli anni di sonno, riusciremmo a portare quella sommità a un ragionevole (e giusto) … eh… diciamo ’29 e X’ circa, non è carino? E guai all’imbecille che cerca di quantificare quel maledetto ‘X!’.
Cosa se potrebbe fare per combattere questa ingiustizia sociale? Istituzionalizzare il rituale del lamento, piangendo tra loro nei tradizionali tè inglesi, a porta chiusa, o ricorrere alla tradizionale “terapia preventiva di gruppo contro la sindrome psicopatica dell’Anta”, non serve a nulla.
Cominciamo a ragionare (uomini e politici in generale compresi): prende una donna di 60 anni che ha perso 15 dopo l’ultimo liffting... perché la data di nascita deve continuare invariata nei documenti?
Perché non diminuire tanti anni quanti quelli cancellati dai bisturi? Le istituzioni, pensino bene, prima di chiamarle di vecchie e ancora peggio, in età pensionabile. Un appello ai politici a pensare meglio sull’argomento, poiché è un’ottima iniziativa per fare un accordo tra la logica di un altissimo introit fiscale e la risoluzione di un’ingiustizia che noi donne (lifftintingate o no), non possiamo più sopportare. Come mai nessun politico ha ancora ragionato su questa cosa? Una donna sopra i 60, che dimostra 45, 50 dopo la plastica, perché le istituzioni se si ostinano in chiamarla donne di terza età e per di più, dovendo pagarle una pensione? Non è assurdo?
UMA PERÚA COMO AMIGA
A casa de vovò Giovana è o que se pode chamar de um sitio à perfeição. Com tanta galinha, cabra, porco e uma enorme perúa, que parecia ter sido nutrida pra saciar um batalhao inteiro.
Vespera de Natal. A casa de vovò Giovana estava cheia: Pedro, o mais velho, casado com Rosa e os 3 filhos. Clara, mulher de Eduardo e a filha Ludovica de 7 anos; a tia Fabiana e o marido Marcos, os dois irmãos viúvos de vovô Roberto com mais 3 primos.
Vamos adiantar, gente! Precisamos decidir. O que vamos preparar pra a ceia? Os animais estavam todos alì a observar, com aquela expressão de quem diz: “eu nao tenho nada a ver com essa festa!” O porco olhou a unica perua presente: “E’ um problema todo teu!…” Todos os outros animais voltaram o olhar acusador diretamente à perúa.
A perúa baixou a cabeça como uma condenada que aceita a sua sentença.
Se abaixou displicentemente, em um cantinho do quintal. Olhando-a, ninguém poderia notar nenhuma ansiedade nem mesmo quando apalparam sua intimidade pra saber se estava gorda o bastante.
Todos lhe olhavam mas ela parecia indiferente, como se refletisse em algo, nao estreitamente ligado ao momento presente.
- Uma “ova” que vou aceitar essa sentença…
Improvisamente, inchou o peito, vibrou a crista cor-de-rosa e os pêndulos como se usasse brincos, abriu as asas e tentou alçar um vôo desajeitado, mas veloz, em direção ao teto da casa de “Fiel”, o cão de familia. Todos a olharam com uma unica preocupação: a ceia natalina estava dando no pé. Somente Ludovica lhe fez um sorriso cumplice e piscou o olho, antes de ve-la escapar.
Em cima daquele improvisado refugio, se sentia uma decoração fora do lugar. Enquanto isso, pensava em todas as possiveis vias de salvação ou de fuga.
O avô consternado, vendo claro a iminente volatização daquilo que deveria constituir o prato forte da ceia de natal, convocou toda familia pra uma reuniao extraordinaria.
Estava aberta o debate em prol de uma alternativa à perúa transgressiva.
Pedro, o filho com a prole maior pra saciar, tomou a decisão: agarrou um bastão e se mandou à caça da fugitiva.
Com um salto, alcançou o teto da casa de Fiel, mas a perua, prevendo a ameaça, tomou velozmente uma outra destinação. A perseguição foi ficando mais intensa. Corriam um atrás do outro. Quando parecia que a perúa estava ganhando vantagem, impulsionada por uma insólita força selvagem na luta pela sobrevivência, uma coisa toda nova pra a sua apática raça, a astúcia humana teve a melhor.
Encalhada na armadilha de uma viela, bastou um salto e… zac…!
Com um grito de vitória. Pedro agarrou a perúa. O gordo volátil estremeceu e se entregou nas mãos do carniceiro, sem opor resistência.
Sozinha, tremula e encolhida pelo pavor, a perúa não conseguia entender o que ela tinha de tão precioso pra que os humanos lhe quisessem tanto.
Naquela casa tinha uma multidão, e ela, pobre perúa, pesava só 7 kilos, incluindo penas, pele, ossos e carne… não seria melhor uma vaca, ou aquele porco imbecil, que parecia sorrir satisfeito quando a escolheram? Nada, Queriam era ela mesma! Pobre diaba! Mas… estava sozinha, sem pai nem mãe…
Foi levada como um troféu e jogada em cima da mesa da cozinha: a ceia foi recuperada.
Todos aplaudiram.
Mas, improvisamente, a perúa deu um berro e… pôs um ovo, talvez prematuro.
- Um ovo! Ela pôs um ovo mãe! – Gritou Ludovica com a voz rouca pela excitação.
A perua continuou alì, na mesma posição, como pra proteger seu filhote, abrindo e fechando os olhos, como se quisesse explorar aquele estado de puerpera pra evitar a pena capital.
Mas parecia que ninguém se comovia. Estavam todos ocupados em pegar faca, sal, cuminho, com vivida intenção de preparar a tão aspirada ceia. A perúa foi circundada. Peixeira na mão e a avó em vias de dar o primeiro golpe.
Ludovica assiste aquela cena, apavorada.
- Não, vovó, não mate ela! – Gritou.
A familia estava dividida.
- Não tá vendo que ela gosta da gente? Pôs até um ovo, vovó!
- Não, querida, é só uma perúa, não tem sentimentos…
- Sim, vovó, ela quer viver pra ficar com a gente! – E acariciava a cabecinha gondolante da perúa que lhe olhava com doçura.
Os presentes assistiam aquela cena impedernidos e também impacientes com aquele prolongar-se de delongas e bate-bicos.
Eduardo notou duas lágrimas despontarem dos olhos de sua filha, enquanto sua mulher Clara assoava discretamente o nariz na ponta do avental.
Parecia mais um velório de um ente querido.
-Parem com esse lamento, devemos depenar a perúa. Passa-me a àgua quente, Rosa! – Concluiu a avò pra dar um final naquela dramática cena com esfumatura Shakesperiana.
Eduardo se empinou, levantou a cabeça, deu um respiro profundo, dois passos adiante, como se estivesse pra iniciar o tradicional discurso natalino.
- Se mate aquela humilde perúa, mãe… - fungou como se havesse já excreção nasal – “nunca mais hei de comer perú na minha vida!
- Mas o que está acontecendo nessa casa? Desde que o mundo é mundo, o homem come perú e nós não seremos uma exceção. Até Jesus Cristo comia…
- Jesus comia peixe e pão, minha mãe.
- Perú também, diz a santa escritura.
Giovana procurava misturar uma versão sua da biblia, como se quisesse absolver todos quantos se sentissem em culpa.
- E eu também. Juro que nunca mais vou comer Perú na minha vida. – Replicou Ludovica enxugando as lágrimas.
- Mas aqui tá todo mundo pirado. Posso saber o que significa tudo isso? Perguntou a avó irritada, depois de dar uma olhada na panela. Tá bom. Se ninguém quer saber de ceia de Natal, tou de acordo. Só não quero que venham dar a culpa a mim, ok?
Deixou a faca na mesa perto da perua que a seu tempo voltou a cabecinha pra olhar aquele objeto ameaçador, acrescentando um sospiro tremulante.
O que acho mesmo é que todo mundo ficou louco nessa casa – continuou a avò – uma reuniao familiar extraordinaria, aliàs duas, pra decidir pela vida de uma perua que pôs um ovo.. Como se aqui estivessemos pra matar o presidente Bush… Mas me façam um favor… eu nao concordo – continuou vovó Giovana sacudindo a peixeira no ar – vou agora mesmo preparar essa maldita perua e não se fala mais no assunto.
- Naaãooo!!! - Gritaram em uníssono.
- Espera, Giovana! – ordenou a tia Fabiana, vendo nela, uma ligeira indecisão em vibrar o primeiro golpe. – Vamos raciocinar. Porque não compramos um perú no açougueiro da esquina, assim podemos comer em santan paz, sem ter que sujar as mãos com o sangue inocente???
- Sangue inocente…!! Oh… mas não posso crer! Que tragédia… aqui precisa de um psicanalista… em vez de um açogueiro!
Naquele momento, vovô Roberto, com o saco cheio daquele bate-bico, se ausentou sem que ninguém visse, pouco depois entrou com um grande pacote na mão.
- Basta! Parem com essa polemica, pelo amor de Deus! Aqui está a ceia de Natal. Deixa pra lá essa pobre perua – disse com um toque de emoção na voz – Não quero que tenhamos uma indigestão, depois de tantas controvérsias.
A perua passou da condição de condenada à de “padroeira” da familia.
Ludovica, passava todos os dias pra saudá-la, quando voltava da escola. A avó tinha agora uma postura reverente diante de “Agraciada” – como a perua se passou a chamar.
A perua, ignorando os motivos que lhes trouxeram tantas mudanças, continuava desconfiada depois da traumática experiência, e a colocar sempre em alerta, suas duas únicas capacidades de sobrevivência: A apatia e, principalmente, a defesa… ehmmm… (quase) pessoal.
Vespera de Natal. A casa de vovò Giovana estava cheia: Pedro, o mais velho, casado com Rosa e os 3 filhos. Clara, mulher de Eduardo e a filha Ludovica de 7 anos; a tia Fabiana e o marido Marcos, os dois irmãos viúvos de vovô Roberto com mais 3 primos.
Vamos adiantar, gente! Precisamos decidir. O que vamos preparar pra a ceia? Os animais estavam todos alì a observar, com aquela expressão de quem diz: “eu nao tenho nada a ver com essa festa!” O porco olhou a unica perua presente: “E’ um problema todo teu!…” Todos os outros animais voltaram o olhar acusador diretamente à perúa.
A perúa baixou a cabeça como uma condenada que aceita a sua sentença.
Se abaixou displicentemente, em um cantinho do quintal. Olhando-a, ninguém poderia notar nenhuma ansiedade nem mesmo quando apalparam sua intimidade pra saber se estava gorda o bastante.
Todos lhe olhavam mas ela parecia indiferente, como se refletisse em algo, nao estreitamente ligado ao momento presente.
- Uma “ova” que vou aceitar essa sentença…
Improvisamente, inchou o peito, vibrou a crista cor-de-rosa e os pêndulos como se usasse brincos, abriu as asas e tentou alçar um vôo desajeitado, mas veloz, em direção ao teto da casa de “Fiel”, o cão de familia. Todos a olharam com uma unica preocupação: a ceia natalina estava dando no pé. Somente Ludovica lhe fez um sorriso cumplice e piscou o olho, antes de ve-la escapar.
Em cima daquele improvisado refugio, se sentia uma decoração fora do lugar. Enquanto isso, pensava em todas as possiveis vias de salvação ou de fuga.
O avô consternado, vendo claro a iminente volatização daquilo que deveria constituir o prato forte da ceia de natal, convocou toda familia pra uma reuniao extraordinaria.
Estava aberta o debate em prol de uma alternativa à perúa transgressiva.
Pedro, o filho com a prole maior pra saciar, tomou a decisão: agarrou um bastão e se mandou à caça da fugitiva.
Com um salto, alcançou o teto da casa de Fiel, mas a perua, prevendo a ameaça, tomou velozmente uma outra destinação. A perseguição foi ficando mais intensa. Corriam um atrás do outro. Quando parecia que a perúa estava ganhando vantagem, impulsionada por uma insólita força selvagem na luta pela sobrevivência, uma coisa toda nova pra a sua apática raça, a astúcia humana teve a melhor.
Encalhada na armadilha de uma viela, bastou um salto e… zac…!
Com um grito de vitória. Pedro agarrou a perúa. O gordo volátil estremeceu e se entregou nas mãos do carniceiro, sem opor resistência.
Sozinha, tremula e encolhida pelo pavor, a perúa não conseguia entender o que ela tinha de tão precioso pra que os humanos lhe quisessem tanto.
Naquela casa tinha uma multidão, e ela, pobre perúa, pesava só 7 kilos, incluindo penas, pele, ossos e carne… não seria melhor uma vaca, ou aquele porco imbecil, que parecia sorrir satisfeito quando a escolheram? Nada, Queriam era ela mesma! Pobre diaba! Mas… estava sozinha, sem pai nem mãe…
Foi levada como um troféu e jogada em cima da mesa da cozinha: a ceia foi recuperada.
Todos aplaudiram.
Mas, improvisamente, a perúa deu um berro e… pôs um ovo, talvez prematuro.
- Um ovo! Ela pôs um ovo mãe! – Gritou Ludovica com a voz rouca pela excitação.
A perua continuou alì, na mesma posição, como pra proteger seu filhote, abrindo e fechando os olhos, como se quisesse explorar aquele estado de puerpera pra evitar a pena capital.
Mas parecia que ninguém se comovia. Estavam todos ocupados em pegar faca, sal, cuminho, com vivida intenção de preparar a tão aspirada ceia. A perúa foi circundada. Peixeira na mão e a avó em vias de dar o primeiro golpe.
Ludovica assiste aquela cena, apavorada.
- Não, vovó, não mate ela! – Gritou.
A familia estava dividida.
- Não tá vendo que ela gosta da gente? Pôs até um ovo, vovó!
- Não, querida, é só uma perúa, não tem sentimentos…
- Sim, vovó, ela quer viver pra ficar com a gente! – E acariciava a cabecinha gondolante da perúa que lhe olhava com doçura.
Os presentes assistiam aquela cena impedernidos e também impacientes com aquele prolongar-se de delongas e bate-bicos.
Eduardo notou duas lágrimas despontarem dos olhos de sua filha, enquanto sua mulher Clara assoava discretamente o nariz na ponta do avental.
Parecia mais um velório de um ente querido.
-Parem com esse lamento, devemos depenar a perúa. Passa-me a àgua quente, Rosa! – Concluiu a avò pra dar um final naquela dramática cena com esfumatura Shakesperiana.
Eduardo se empinou, levantou a cabeça, deu um respiro profundo, dois passos adiante, como se estivesse pra iniciar o tradicional discurso natalino.
- Se mate aquela humilde perúa, mãe… - fungou como se havesse já excreção nasal – “nunca mais hei de comer perú na minha vida!
- Mas o que está acontecendo nessa casa? Desde que o mundo é mundo, o homem come perú e nós não seremos uma exceção. Até Jesus Cristo comia…
- Jesus comia peixe e pão, minha mãe.
- Perú também, diz a santa escritura.
Giovana procurava misturar uma versão sua da biblia, como se quisesse absolver todos quantos se sentissem em culpa.
- E eu também. Juro que nunca mais vou comer Perú na minha vida. – Replicou Ludovica enxugando as lágrimas.
- Mas aqui tá todo mundo pirado. Posso saber o que significa tudo isso? Perguntou a avó irritada, depois de dar uma olhada na panela. Tá bom. Se ninguém quer saber de ceia de Natal, tou de acordo. Só não quero que venham dar a culpa a mim, ok?
Deixou a faca na mesa perto da perua que a seu tempo voltou a cabecinha pra olhar aquele objeto ameaçador, acrescentando um sospiro tremulante.
O que acho mesmo é que todo mundo ficou louco nessa casa – continuou a avò – uma reuniao familiar extraordinaria, aliàs duas, pra decidir pela vida de uma perua que pôs um ovo.. Como se aqui estivessemos pra matar o presidente Bush… Mas me façam um favor… eu nao concordo – continuou vovó Giovana sacudindo a peixeira no ar – vou agora mesmo preparar essa maldita perua e não se fala mais no assunto.
- Naaãooo!!! - Gritaram em uníssono.
- Espera, Giovana! – ordenou a tia Fabiana, vendo nela, uma ligeira indecisão em vibrar o primeiro golpe. – Vamos raciocinar. Porque não compramos um perú no açougueiro da esquina, assim podemos comer em santan paz, sem ter que sujar as mãos com o sangue inocente???
- Sangue inocente…!! Oh… mas não posso crer! Que tragédia… aqui precisa de um psicanalista… em vez de um açogueiro!
Naquele momento, vovô Roberto, com o saco cheio daquele bate-bico, se ausentou sem que ninguém visse, pouco depois entrou com um grande pacote na mão.
- Basta! Parem com essa polemica, pelo amor de Deus! Aqui está a ceia de Natal. Deixa pra lá essa pobre perua – disse com um toque de emoção na voz – Não quero que tenhamos uma indigestão, depois de tantas controvérsias.
A perua passou da condição de condenada à de “padroeira” da familia.
Ludovica, passava todos os dias pra saudá-la, quando voltava da escola. A avó tinha agora uma postura reverente diante de “Agraciada” – como a perua se passou a chamar.
A perua, ignorando os motivos que lhes trouxeram tantas mudanças, continuava desconfiada depois da traumática experiência, e a colocar sempre em alerta, suas duas únicas capacidades de sobrevivência: A apatia e, principalmente, a defesa… ehmmm… (quase) pessoal.
domenica 6 gennaio 2008
E' Lui... il kamikaze!
Marx, trentacinquenne, da dieci mesi cassiere in un supermercato nella periferia de Los Angeles, aveva una cieca e patologica paura del terrorismo e non usciva senza munirsi del kit di protezione "The Day After", contenente dalle "nuke-pills", le pillole che limitano i rischi per la tiroide in caso d’esposizione alle radiazioni, agli identificatori di diffusione radioattiva e perfino una maschera antigas.
Da un po’ si era convertito al vegetarianismo, nel timore che i terroristi potessero contaminare gli animali con sostanze chimiche letali o iniettare agenti patogeni negli alimenti.
Ogni volta che arrivava al lavoro, per prima cosa, passava l’identificatore in ogni scaffale per rilevare una qualche possibile radiazione anomala.
Ovunque andasse, vedeva presunti talibani, e sempre controllava minuziosamente l’auto prima di entrarvi.
Alla fermata dell’autobus testava, con una vera e propria perquisizione con la coda dell’occhio, ogni passeggero: chiunque, anche la persona più innocente, anche quella massaia con la sporta della spesa o quell’altro, il ragazzo dall’aria strafottente e lo zaino sulle spalle, poteva essere un kamikaze pronto a farsi saltare in aria.
Alle tre di quel pomeriggio, si aprirono le porte del supermercado, in Via Varesini 30, Roma.
Un uomo dalla pelle scura entrò nel magazzino per uscirne, dopo un po’, con un camice bianco ed una strana apparecchiatura assicurata alla cintura. Quel giorno, mentre faceva il suo controllo, Marco notò quell’uomo, un tipo sconosciuto, aggirarsi fra gli scaffali… carnagione scura…Non erano le lenti dei suoi occhiali…! No, proprio no! E che cavolo era mai quell’armamentario?!
“In guardia, amico – si disse – in guardia! Ci siamo!”
Col cuore in tumulto e la mente occupata in inquietanti congetture, Marco cominciò a sorvegliarlo, seguendolo, non visto, di corsia in corsia. Ad un certo punto il piccolo apparecchio appeso alla vita si animò ed un led rosso cominciò a lampeggiare.
Non c’erano più dubbi!. Era lui, il kamikaze.
113. Carabinieri a sirene spiegate. Stridìo di freni.
"E’ lì, il Kamikaze: agite in fretta!”
Il supermercato fu evacuato e circondato da Carabinieri e Polizia.
Intanto l’uomo misterioso uscì dalla porta d’emergenza senza capire un bel niente e salì sulla sua auto, allontanandosi.
"Eccolo, sta scappando! "
I Carabinieri e la Polizia iniziarono l’inseguimento che si concluse, poco dopo, con il fermo del fuggitivo.
Dopo una lunga perquisizione e l’inevitabile interrogatorio, si scoprì che l’uomo dalla pelle scura altri non era che Piero Rossi, agente della Polizia Tributaria, legalmente incaricato di eseguire un controllo di routine e munito, per questo, degli attrezzi per la lettura elettronica delle etichette. Reduce dalle ferie a Cuba, dove aveva acquisito una splendida tintarella, il povero Piero dovette faticare non poco a convincere gli investigatori della sua innocenza
Da un po’ si era convertito al vegetarianismo, nel timore che i terroristi potessero contaminare gli animali con sostanze chimiche letali o iniettare agenti patogeni negli alimenti.
Ogni volta che arrivava al lavoro, per prima cosa, passava l’identificatore in ogni scaffale per rilevare una qualche possibile radiazione anomala.
Ovunque andasse, vedeva presunti talibani, e sempre controllava minuziosamente l’auto prima di entrarvi.
Alla fermata dell’autobus testava, con una vera e propria perquisizione con la coda dell’occhio, ogni passeggero: chiunque, anche la persona più innocente, anche quella massaia con la sporta della spesa o quell’altro, il ragazzo dall’aria strafottente e lo zaino sulle spalle, poteva essere un kamikaze pronto a farsi saltare in aria.
Alle tre di quel pomeriggio, si aprirono le porte del supermercado, in Via Varesini 30, Roma.
Un uomo dalla pelle scura entrò nel magazzino per uscirne, dopo un po’, con un camice bianco ed una strana apparecchiatura assicurata alla cintura. Quel giorno, mentre faceva il suo controllo, Marco notò quell’uomo, un tipo sconosciuto, aggirarsi fra gli scaffali… carnagione scura…Non erano le lenti dei suoi occhiali…! No, proprio no! E che cavolo era mai quell’armamentario?!
“In guardia, amico – si disse – in guardia! Ci siamo!”
Col cuore in tumulto e la mente occupata in inquietanti congetture, Marco cominciò a sorvegliarlo, seguendolo, non visto, di corsia in corsia. Ad un certo punto il piccolo apparecchio appeso alla vita si animò ed un led rosso cominciò a lampeggiare.
Non c’erano più dubbi!. Era lui, il kamikaze.
113. Carabinieri a sirene spiegate. Stridìo di freni.
"E’ lì, il Kamikaze: agite in fretta!”
Il supermercato fu evacuato e circondato da Carabinieri e Polizia.
Intanto l’uomo misterioso uscì dalla porta d’emergenza senza capire un bel niente e salì sulla sua auto, allontanandosi.
"Eccolo, sta scappando! "
I Carabinieri e la Polizia iniziarono l’inseguimento che si concluse, poco dopo, con il fermo del fuggitivo.
Dopo una lunga perquisizione e l’inevitabile interrogatorio, si scoprì che l’uomo dalla pelle scura altri non era che Piero Rossi, agente della Polizia Tributaria, legalmente incaricato di eseguire un controllo di routine e munito, per questo, degli attrezzi per la lettura elettronica delle etichette. Reduce dalle ferie a Cuba, dove aveva acquisito una splendida tintarella, il povero Piero dovette faticare non poco a convincere gli investigatori della sua innocenza
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